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Newsletter N.º 227 / 14 de Janeiro de 2026 |
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Direcção Mafalda Ferro Edição Fundação António Quadros |
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ÍNDICE
01 — 15.ª edição do Prémio António Quadros. Divulgação
02 — Congresso da História do Turismo e do Lazer. Divulgação
03 — A Casa de Branca de Gonta Colaço, por Fernanda de Castro
04 — "Náufragos" de Fernanda de Castro, uma apreciação, por Branca de Gonta Colaço
05 — António Ferro, Espírito em Movimento, Divulgação
06 — Livraria António Quadros, Obra em Promoção até 14 de Janeiro de 2026: Náufragos. Edição crítica, de Fernanda de Castro.
EDITORIAL,
por Mafalda Ferro.
Desejando aos nossos leitores, um excelente 2026, com saúde, amor e dinheiro, como dantes se dizia, a Fundação recomeça as suas actividades, nomeadamente com este número da newsletter, o 227, que pode ser visualizado no nosso Site, no FB ou recebido por email (se assim o desejar).
A Assembleia-Geral da Fundação irá realizar-se na sexta-feira, dia 30 de Janeiro de 2026, às 18h nas instalações da Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) situadas no Palácio dos Condes do Redondo, Rua de Santa Marta, n.º 56, em Lisboa. Agradecemos a habitual simpatia e generosidade com que, ano após ano, somos acolhidos.
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17 anos depois da sua instituição em 2008, a Fundação foi, a 8 de Janeiro de 2009, reconhecida por Despacho n.º 2400/2009 assinado pelo Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Dr. Jorge Lacão. O documento foi entregue em mão a Mafalda Ferro por José Maria Sousa Rego, Secretário-geral da Presidência do Conselho de Ministros há 16 anos.
Através de elementos do seu acervo, a Fundação António Quadros lembra Branca de Gonta Colaço, 80 Anos depois da morte. Amiga de Fernanda de Castro bem como da sua mãe e tias maternas, a poetisa foi uma das primeiras mestras de Fernanda de Castro.
Informamos que a Comissão das Comemorações dos 145 anos de nascimento e 80 de falecimento de Branca de Gonta Colaço, constituída por Claudia Emanuel, Inês Borges e Luiz Sá, em parceria com o Município de Tondela, vai realizar em Tondela um colóquio em sua homenagem no dia 28 de Fevereiro de 2026. Mafalda Ferro e Madalena Ferreira Jordão, ambas pertencentes à Fundação António Quadros, apresentarão comunicações de sua autoria.
Legenda:
Branca de Gonta Colaço, retratada por seu marido, Jorge Colaço, em 1942.
[PT/FAQ/B-L/06825]
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01 — 15.ª edição do Prémio António Quadros.
Divulgação
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Relembramos que, por diversos motivos, só em 2026 entregaremos o Prémio António Quadros 2025 (PAQ) - MUSEOLOGIA.
Conforme referido na anterior newsletter, o júri, composto por Henrique Cayatte, Margarida Cunha Belém e Margarida de Magalhães Ramalho deliberou atribuir o PAQ ao Museu de Arte Contemporânea Armando Martins — MACAM.
O PAQ será entregue em Lisboa no MACAM durante o mês de Março de 2026, em dia e hora a divulgar brevemente. |
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02 — Congresso da História do Turismo e do Lazer.
Divulgação
O I CONGRESSO DE HISTÓRIA DO TURISMO E DO LAZER, realizar-se-á de 15 a 16 de Janeiro de 2026, no Centro Cultural de Cascais, com o objectivo de promover um espaço de reflexão e diálogo sobre o turismo e o lazer, entendidos como práticas que ultrapassam a simples animação ou entretenimento.
O Congresso pretende analisar as origens, evoluções e motivações, incluindo as dos poderes públicos, que estiveram na base do surgimento e desenvolvimento de momentos de vilegiatura e recreio.
O evento servirá ainda para apresentar a rede de investigação HISTÓRIA DO TURISMO E DO LAZER, integrada no Centro História, Territórios e Comunidades.
Realizado em modo presencial e tendo o português como língua oficial, o congresso afirma o seu compromisso com os seguintes Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS): ODS 4 – Educação de Qualidade; ODS 5 – Igualdade de Género; ODS 12 – Produção e Consumo Sustentáveis; ODS 17 – Parcerias para a Implementação dos Objectivos?.
O I CONGRESSO DE HISTÓRIA DO TURISMO E DO LAZER acontece exclusivamente em regime presencial.
Consulte AQUI o Programa completo (painéis, conferencistas, temas) e AQUI o Livro de Resumos.
PARCEIROS
Câmara Municipal de Cascais; Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril; Fundação António Quadros - Cultura e Pensamento; Fundação INATEL
COMISSÃO ORGANIZADORA
- Ana Gonçalves (Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, Centro de Estudos Geográficos, Laboratório Associado TERRA, IGOT-ULisboa)
- Ana Paula Pires (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e UNIVERSIDADE DOS AÇORES)
- Cândida Cadavez (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC, Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, e Fundação António Quadros– Cultura e Pensamento)
- Inês José (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC)
- Joana Viana (Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril)
- João Miguel Henriques (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e Câmara Municipal de Cascais)
- Maria Fernanda Rollo (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e NOVAFCSH)
- Maria José Pires (CeaUL e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril)
- Susana Domingues (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC)
COMISSÃO CIENTÍFICA
- Ana Cardoso de Matos (CIDEHUS/UE)
- Ana Paula Pires (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e UNIVERSIDADE DOS AÇORES)
- Cândida Cadavez (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC, Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, e Fundação António Quadros – Cultura e Pensamento)
- Carla Ribeiro (Escola Superior de Educação, Instituto Politécnico do Porto e CITCEM - Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória, Faculdade de Letras da Universidade do Porto)
- Cristina Abreu (CEF-UC)
- Cristina Brito (CHAM, Centro de Humanidades da NOVA FCSH e NOVA FCSH)
- Cristina Carvalho (Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril)
- Eunice Duarte (IPLuso - Escola Superior de Ciências da Administração e CiTUR Leiria)
- Frédéric Vidal (Universidade Autónoma de Lisboa, Polo CIDEHUS-UAL)
- Helena Gonçalves Pinto (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e Centro de Investigação em Ciências Históricas da Universidade Autónoma de Lisboa)
- Inês Brasão (Politécnico de Leiria/ IHC NOVA FCSH / CITUR)
- João Miguel Henriques (H HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e Câmara Municipal de Cascais)
- José Picas do Vale (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e EHTE)
- Maria Alexandre Lousada (Universidade de Lisboa | CH, ULisboa)
- Maria Barthez (Fundação António Quadros– Cultura e Pensamento)
- Maria Fernanda Rollo (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e NOVAFCSH)
- Maria João Castro (CHAM, Centro de Humanidades da FCSH, Universidade NOVA de Lisboa)
- Maria Mota Almeida (CRIA/NOVA-FCSH | ICAF Spain-Portugal e Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril)
- Pedro Serra (HTC-CEF NOVA FCSH)
- Pedro Cerdeira (Universidade de Genebra)
- Rita Nunes (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC e COP)
- Sofia Sampaio (Instituto de Ciências Sociais, Universidade de Lisboa)
- Virgínia Baptista (HTC- NOVA FCSH- CEF-UC)
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03 — A Casa de Branca de Gonta Colaço,
por Fernanda de Castro (1)
"Branca de Gonta morava há um ano na Rocha do Conde de Obidos, numa linda casa debruçada sobre o Tejo, numa casa muito grande, muito cheia de sol, uma casa em que o luar batia em cheio e que as trepadeiras abraçavam do lado do Aterro. Um dia, não sei porque capricho, lembraram-se de fazer dali um posto da Cruz Vermelha.
Branca de Gonta, Jorge Colaço, e os seus filhos, tiveram de sair. O senhorio mandou-os embora como se eles fossem uns inquilinos vulgares. Mandou-os embora e eles que não se resignaram a um 3.º andar qualquer em qualquer rua escura, meteram ombros a uma tarefa. Procuraram terreno, arquitectaram projectos, traçaram uma planta e fizeram construir para as bandas de Benfica, na Estrada da Luz, uma grande casa de um andar apenas, uma casa espaçosa, alegre, clara, uma casa em que o sol tem também o seu quarto, em que a primavera parece esconder-se até nos dias de inverno.
Por fora a casa é caiada de branco. Nas janelas, os caixilhos são verdes e as sardinheiras, que as alegram, do mais alacre vermelho. À frente da casa há um terreno liso que mais tarde será uma densa mata feita de todos os arbustos. Logo que para lá foram, semearam ali muitas plantas, dispuseram muitos arbustos. Mas o vento deitava tudo abaixo. Foi preciso prender a cada plantazinha tenra, uma cana, como sustentáculo. Alguns dias depois, Branca de Gonta dizia desconsolada olhando a sua futura floresta: «As plantas morreram, mas as canas pegaram... a floresta vai transformar-se num canavial...»
Por dentro, a casa lembra uma habitação moura com as suas portas em ogiva, e os seus tetos abobadados. Ao centro um grande «hall» quadrado. Ao fundo, num plano mais, elevado a casa de jantar, que ao fim do «hall», parece um palco sobranceiro á plateia. Depois a cozinha, os quartos das criadas, o pequeno atelier da filha mais velha e da poetisa que faz escultura e, em volta do «hall», os quartos de dormir, o atelier de Jorge Colaço, o escritório de Branca de Gonta.
No «hall», que é, por assim dizer, o coração de toda a casa, é onde se reúne todas as noites a família, em volta de uma mesa onde há livros, cartas de jogar e pequenos cestos de costura. A um canto, sobre o piano aberto, muitos livros de música.
Numa arca alentejana uma colecção de lenços portugueses. Sobre as estantes, muitos retratos de artistas e escritores. Móveis de pau santo, colchas de damasco, tapetes orientais, uma profusão de flores e acima de tudo, superior tudo, o lindo sorriso de Branca de Gonta, aquele sorriso claro, bom, inconfundível, que é sua condição...
Há dias um carteiro não atinava com a casa da poetisa. A chuva tinha apagado o número da porta. Branca de Gonta não hesitou. Com um grande pincel desenhou a ripolin um 8 bojudo. Desde então nunca mais os carteiros tiveram hesitação...."
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Em «Interiores de arte», «Ilustração Portuguesa», n.º 820, II série,
sob a direcção de António Ferro. Lisboa, 5 de Novembro de 1921
(1): A autoria do texto (não referida na publicação) é mencionada por Branca em carta para António Ferro de 12 de Novembro de 1921. [PT/FAQ/AFC/01/0085/00015]
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04 — "Náufragos" de Fernanda de Castro, uma apreciação,
por Branca de Gonta Colaço
Cartas de Branca de Gonta para Fernanda de Castro: excertos
[PT/FAQ/01/0085/00018 / PT/FAQ/01/0085/00019]
  
Lisboa, 18 de Maio 1922
Li com enternecido alvoroço a tua peça: “Náufragos”.
Sabes o que a achei?...
Uma maravilha!... Assim, com todas as letras!...
É uma maravilha!...
Os personagens, os sentimentos, as situações, a arte teatral, a beleza… Ah, como eu a apreciei!...
O dialecto algarvio, é um assombro! Que bem! Que bem!...
Faz-me pena pensar na luta longa, dura, injusta, que vais ter para que t’a representem — seja lá onde for. Mas isso, querida, é “pão nosso” de todos os autores! Pega na cruz, e caminha. Entretanto, podes tirar muita felicidade da consciência de ter escrito uma obra linda!
Mal vai o artista que, da própria arte, não tira a sua máxima satisfação!...
P.S: — Deixei a tua peça na livraria Portugália. Vai lá busca-la! Sim?...
Lisboa, Estrada da Luz 8 (Laranjeiras), 18 de Julho de 1922:
Mantenho tudo quanto te disse acerca dos “Náufragos”, é, sob todos os aspectos, uma obra prima!
Reparaste que eu cosi a cópia, por actos, e lhe pus na laçada um fiozinho de ouro?...
Registo a promessa de me deixares ler a tua nova peça.
Quando?... Já está pronta?... Como se chama?
Notas:
1- O supra-referido exemplar da peça não foi, até hoje, localizado.
2 - No acervo da Fundação António Quadros, existem elementos bibliográficos e documentais sobre e de Branca de Gonta Colaço, incluindo 22 cartas para Fernanda de Castro (19) e para António Ferro (3).
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05 — António Ferro, Espírito em Movimento. Ensaios e outros textos.
Divulgação.
A obra "António Ferro, Espírito em Movimento", editada pela Fundação António Quadros em homenagem a António Ferro (130 anos depois do seu nascimento) que foi coordenada por Mafalda Ferro, será colocada este mês à venda, em exclusivo, na livraria da Fundação António Quadros. PVP: 25€
Contribuindo para um indispensável e mais aprofundado estudo do Pensamento e da Obra de António Ferro, está dividida em três partes:
ENSAIOS E OUTROS TEXTOS (produzidos em 2025):
Ao encontro de António Ferro. Na Senda de Armando Côrtes-Rodrigues 1912-1916, por Anabela Almeida
Apontamento sobre o valor e significado da acção cultural de António Ferro, por António Braz Teixeira
António Ferro e o Palácio Foz, por António Xavier
Quando o Turismo se tornou de Ferro, por Cândida Cadavez
Do Palácio Foz á Via dei Portoghesi: António Ferro e os Bastidores da Diplomacia Cultural (1950-1956), por Carla Ribeiro
António Ferro e Alfredo Guisado: Divergências e Convergências de uma Política do Espírito, por Fernando de Moraes Gebra
As Edições SPN/SNI e as Contradições de um Programa “Moderno” e Nacionalista para o Livro e para as Artes Gráficas, por Filomena Serra
1929. António Ferro na Roménia, por Gelu Savonea
Um Momento Decisivo, por Guilherme d’Oliveira Martins
António Ferro e Salazar: Uma Parceria Improvável? por Jaime Nogueira Pinto
António Ferro – Condição Estético-Cultural, Pragmática Literária e Criação Poética, por José Carlos Seabra Pereira
António Ferro perante a Crise dos Refugiados de 1940, por José Guilherme Victorino
Quando António Ferro passeou pelo Hollywood Boulevard no ‘Packard’ de Louise Fazenda, por Leonídio Paulo Ferreira
Atlântico: Uma Revista e dois Regimes, por Lúcio Alcântara
António Ferro presente na Vanguardia Espanhola pela mão de Ramón e Columbine, por Luís Leal
Da Casa dos Anjos à Casa dos Caetanos, por Mafalda Ferro
António Ferro e os outros modernistas, por Manuela Parreira da Silva
António Ferro “Modernamente Antigo”, por Margarida Cunha Belém
António Ferro e as Exposições do SPN: Modernismo e Tradição, por Margarida de Magalhães Ramalho
O Verde Gaio de António Ferro, por Maria João Castro
Do Mar Alto, de António Ferro a Agostinho da Silva, por Maurícia Teles da Silva
Teatro e Propaganda em Portugal: O Jornal COMOEDIA e a Ação de Homem Christo Filho e de António Ferro no início da ditadura portuguesa (1926-1931), por Paulo Ribeiro Baptista
A Revolução de Maio / A Revolução do Meio - Modelos de duplicidade, por Ricardo Vieira Lisboa
Notas para uma leitura cruzada, e contextualizada, sobre o Teatro de António Ferro, por Tiago Bartolomeu Costa
ENSAIOS E OUTROS TEXTOS (produzidos entre 1926 e 2015):
Fechado o Ciclo de uma Vida Humana, por António Quadros
Presença Humana de António Ferro, por Augusto d’Esaguy
António Ferro, por Augusto de Castro
A Arte Moderna, por Diogo de Macedo
Memórias da minha infância, por Fernando de Castro Ferro
António Ferro e a sua Política do Espírito, por Fernando Guedes
A Filiação Espiritual de António Ferro, por Francisco Homem Christo Filho
As Vinte e Cinco Horas de António Ferro, por Luís de Oliveira Guimarães
Mensagem e a sua circunstância: Sem António Ferro não teria havido Mensagem, por Teresa Rita Lopes
António Ferro e o Bailado, por Tomás Ribas
Carta Aberta a António Ferro, por Vasco Afonso
TEXTOS DE ANTÓNIO FERRO (escritos entre 1921 e 1943):
Prefácio à 2.ª edição de “A Teoria da Indiferença”. [1921]
A morte de António José de Almeida. [1929]
A minha melhor recordação de viagem. [1941]
Homenagem à Memória de Duarte Pacheco, criador da Emissora Nacional [1943] |
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06 — Livraria António Quadros
Obra em Promoção até 14 de Fevereiro de 2026
Autoria: CASTRO, Fernanda de [1900-1994]
Título: Náufragos (Peça de teatro em 3 actos). Edição Crítica.
Textos adicionais: Referências à peça; textos de Fernanda de Castro; Fernanda de Castro e a sua acção em prol do Teatro; Bibliografia activa da autora.
Prefácio: Eugénia Vasques.
Posfácio: Joana Leitão de Barros.
Coordenação e Introdução: Mafalda Ferro.
Fixação de texto e Glossário: António Coito.
Imagem de capa «Tecidos de Vida»: Luís Silva Moreira, 2004.
Edição — Rio Maior: Fundação António Quadros Edições, Dezembro de 2024.
Arranjo gráfico e Paginação: Ricardo Campos.
Encomendas: geral.faq@gmail.com
PVP (até 14 de Fevereiro): 14,00€ |
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