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Fundação António Quadros
EDITORIAL, por Mafalda Ferro Imprimir e-mail
 

Fundação António Quadros - Cultura e Pensamento tem por fim o estudo e a divulgação do Pensamento e da Obra de António Quadros, Fernanda de Castro, António Ferro, Augusto Cunha, Maria Germana Tânger, Manuel Tânger Correia e de quaisquer outras personalidades de mérito.

 

CAIXA DE INFORMAÇÕES

 - A cerimónia de entrega do Prémio António Quadros 2020 a José Cid será realizada a 11 de Novembro de 2021, em Rio Maior.

 - A Fundação reabriu os seus serviços presenciais, de acordo com as normas de segurança em curso.

 - A obra António Ferro - Ficção será publicada em Novembro. Acompanhe AQUI , no Sítio da E-Primatur, o andamento do projecto, informações sobre o autor e como adquirir o seu exemplar a preço de lançamento. Como referido por Hugo Xavier no referido Sítio:

A produção literária de António Ferro faz dele provavelmente o único escritor modernista português a focar-se maioritariamente na prosa.

António Ferro foi o jovem editor da revista Orpheu. A sua ligação ao modernismo vinha do convívio com Mário de Sá-Carneiro e outros jovens.

A sua primeira fase de escritor focou-se no modernismo, tendo escrito poesia, teatro e, sobretudo, prosa ficcional.

A ficção de António Ferro está centrada exclusivamente nos anos 20 do século XX. Fundamentalmente composta por contos e novelas curtas, centra-se na figura feminina, que, para o autor, encarna a novidade da época moderna. Vamps, galãs e carrões enchem os seus contos e novelas.

Os contos e novelas de António Ferro fazem a perfeita travessia dos temas tradicionais da ficção da época para o estilo e a mentalidade modernas. Nisso é um escrito único cujo paralelo possível entre os escritores vanguardistas da época está, de forma quase exclusiva, nas obras de Ramón Gómez de la Serna (que prefaciou uma das novelas de Ferro no que foi reciprocado por este) ou da britânica Mina Loy.

Um certo erotismo, muito humor na construção de personagens que se afirmam como personagens-tipo, assumindo, porém, uma irreverência inesperada, são as marcas destes textos de grande modernidade, em que cada frase é lapidada na perfeição, constituindo cada livro uma obra literária independente, por vezes com uma escrita aforística e impetuosa que projecta a mulher portuguesa para a época moderna.

Com este volume o leitor português tem, pela primeira vez, acesso a um dos grandes escritores modernistas nacionais numa faceta da sua obra pouco conhecida, mas que pode mesmo constituir-se, ao contrário das de outros contemporâneos como Pessoa, Sá-Carneiro ou Almada, como uma espécie de elo perdido da evolução da prosa ficcional portuguesa para a sua maturidade moderna.

Compõem este volume: Teoria da Indiferença (1920); Leviana (1921); Batalha de Flores (1923); A Amadora dos Fenómenos (1925); e duas novelas nunca antes recolhidas em livro: Duelo de Morte (1928) e Suicídio (1929).

Este volume é também enriquecido com um extratexto impresso a cores, contendo a reprodução das capas das edições originais, entre outros materiais iconográficos, feitas por alguns dos pintores e ilustradores mais importantes do primeiro modernismo: António Soares, Bernardo Marques ou Mário Eloy.

 

Leia  AQUI  a newsletter  n.º 176 da Fundação António Quadros - Setembro de 2021

ÍNDICE

Editorial: Sebastião Daun e Lorena (6 de Fevereiro de 1930 / 5 de Setembro de 2021); Jorge Sampaio (18 de Setembro de 1939 / 10 de Setembro de 2021); Manuel Ferreira Patrício (23 de Setembro de 1938 / 11 de Setembro de 2021).

01 Linhas de força de uma antropagogia situada na obra de António Quadros (excertos), por Manuel Ferreira Patrício.

02 – Sebastião Daun e Lorena, 9.º Marquês de Pombal (1930/2021) – a sua passagem pelo IADE.

03 António Ferro: Ficção, por E-Primatur.

04 Lembrando Marvão, por Mafalda Ferro.

05 – Pessoa: An Experimental Life, por Richard Zenith. Divulgação.

06 Livraria António Quadros, em promoção do mês: Mallarmé e Fernando Pessoa perante «O Corvo» de Edgar Allan Poe (esboço de literatura comparada), de Manuel Tânger Corrêa.


 

Livraria Artes e Letras, em Óbidos!

Depois de 30 anos em Lisboa, a Livraria Artes e Letras, inaugurou novas instalações na Vila Óbidos. Luís Almeida Gomes, proprietário e Alma deste emblemático e histórico espaço, trabalha há três décadas ajudando, (in)formando e despertando curiosidades e consciências - para a palavra escrita e para o mundo - através da Leitura, de Encontros, Tertúlias ou Exposições temáticas.   

 

Aos «Amigos da Fundação António Quadros»:

Se ainda não o fez, e se puder, por favor, efectue como de costume a transferência relativa ao seu contributo financeiro anual da seguinte forma:

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NIB: 0010 0000 5227502 0001 18 (BPI); IBAN: PT50 0010 0000 5227 5020 0011 8; BIC/SWIFT: BBPIPTPL

 

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Depois deste tempo de confinamento, venha conversar connosco e conhecer as instalações da Fundação situadas no edifício da Biblioteca Municipal de Rio Maior.

Ligue e marque uma visita: 965552247 | 243 999 310.